Right. The above movie poster is a parody, as I'm sure you've noticed. No matter how demented you may consider a good zombie romp, master Romero never got to those extremes. Now, what if I told you that someone else got to those shitty extremes, pun very much intended? Hailing from good old Japan comes Zombie Ass - Toilet of the Dead, a big pile of (literally) steamy excrements, gore and unlimited laughs. Directed by Noboru Iguchi, it premiered in Fantastic Film Fest festival, in Texas, USA, in 2011. From the looks of the trailer it's a tongue very firmly in cheek incursion in the zombie lore, guaranteed to make us sick with laughter. Why don't you go check the official website, full of information about the film, the cast, and the crew, and with a fun game of smack the shitty zombie. Too bad it's in Japanese, but what the heck, you'll have fun. Further down you can watch the trailer. Once again, too bad it's in Japanese, not only because of the language, but also because of the censorship. Keep your eyes out for the DVD edition.
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segunda-feira, 19 de março de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
A Vida, o Amor e... os Zombies
Sou do tempo em que só havia dois canais de televisão: RTP 1 e 2. O primeiro e o segundo canais. Não tínhamos parabólicas, muito menos cabo, as cassetes de vídeo não estavam ainda disseminadas, o DVD estava longe, e as atuais formas de digital ainda nem sequer eram sonhadas. O que víamos? Íamos ao cinema, ou assistíamos ao que os programadores decidiam apresentar.
Mas voltando às noites cinéfilas, teria de escolher entre um filme de lobisomens da Hammer, em magnífico Technicolor, que passaria no sábado, ou uma coisa a preto e branco, aquilo a que hoje talvez haja quem chamasse de “filme de autor”, uma geekisse que não interessaria a um petiz de 11/12 anos, que passaria na noite de sexta-feira. Optei por sexta. Ora a dita obra cinematográfica intitulava-se Night of the Living Dead/A Noite dosMortos Vivos, a obra-prima de George A. Romero.
Todos os zombies que vemos hoje em dia descendem dos comedores de entranhas de finais da década de 60. O filme marcou-me. Acho que posso dizer que foi a única coisa que me deixou traumatizado desde pequeno. Não, não me tornei psicopata, degenerado, nem outra coisa do género. Modéstia à parte, acho que cresci para me tornar um rapaz simpático e cordial. Mas fiquei apaixonado (passe a expressão) por zombies. E por terror. E por tudo o que saia fora da norma a nível artístico (BD, cinema, literatura, etc.). Daí este título. A Vida é uma dádiva. O Amor é um privilégio. Os Zombies… esses são uma escolha. Ou talvez não.
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